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LACP e Link Aggregation

LAG, LACP active/passive, actor/partner, hashing, EtherChannel, bonding e relação com MLAG.

01 · VISÃO GERAL

O que este assunto resolve

LAG, LACP active/passive, actor/partner, hashing, EtherChannel, bonding e relação com MLAG.

Conceitos centrais: lacp, lag, etherchannel, bonding, mlag, hash.
02 · MODELO MENTAL

Acompanhe o estado e o caminho do pacote

Valide domínio L2, VLAN/bridge-domain, aprendizado MAC, estado das portas, loops, MTU e counters antes de alterar a configuração.

Entrada → classificação/estado → decisão → tabela → next-hop/saída → counters
03 · PROJETO

Projete antes de configurar

  • Defina o domínio de falha e o comportamento esperado de convergência.
  • Documente endereçamento, identificadores, timers, MTU e fronteiras de política.
  • Prefira estado explícito e observável a suposições.
  • Planeje rollback e acesso fora de banda antes de mudanças de risco.
Exemplos operacionais

Comandos e verificação

A sintaxe varia por plataforma e release. Os exemplos abaixo vêm do conteúdo existente do portal e devem ser validados na documentação da plataforma-alvo antes do uso em produção.

Camadas do diagnóstico:
PHY up
  ↓
LACPDU TX/RX
  ↓
Actor/Partner coerentes
  ↓
Membro selecionado/synchronized
  ↓
Collecting/Distributing
  ↓
Tráfego realmente balanceado

Exemplo conceitual:
hash(src-ip, dst-ip, src-port, dst-port)
              ↓
       membro 1, 2, 3 ou 4

Mesmo fluxo → mesmo membro (normalmente)
Muitos fluxos → melhor distribuição estatística
04 · TROUBLESHOOTING

Fluxo orientado por evidências

  1. Defina origem, destino, janela de tempo e sintoma exato.
  2. Estabeleça o estado saudável esperado e compare com o observado.
  3. Inspecione counters, tabelas, logs e capturas antes de resets.
  4. Teste uma hipótese por vez e prefira mudanças reversíveis.
  5. Repita o teste original após a correção e verifique efeitos colaterais.
05 · PADRÕES E REFERÊNCIAS

IEEE 802.1AX

Use o padrão/RFC vigente e a documentação da release exata em operação. A sintaxe do fabricante é detalhe de implementação; o comportamento do protocolo deve ser entendido de forma independente.

06 · LABORATÓRIO

Comprove o comportamento em topologia controlada

Monte a menor topologia que reproduza o mecanismo, capture tráfego de controle e dados, introduza uma falha proposital e diagnostique antes de aplicar a correção.

07 · CONTINUE

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